Seminário Design de Interação

    Diante o Seminário de Design de Interação, foi proposto que 2 obras fossem escolhidas para serem apresentadas e discutidas. Desse modo, meu grupo (Grupo 4), formado por Ana Clara Chaves, Bruna Ludwig, Gabriela Adachi, Isabella Peres, Rayane Gomes e por mim, escolhemos A casa é o corpo: penetração, ovulação, germinação, expulsão (The House is the Body), da Lygia Clark, a qual estava entre as referências disponibilizadas e Firewall, selecionado a partir da pesquisa externa do grupo. 

    A casa é o corpo é uma obra feita por Lygia Clark, em 1968, próximo ao fim de sua carreira, de modo a trabalhar a interação e a relação com o corpo. Tal obra consiste em uma instalação, que utiliza elásticos, balões, plásticos, que submete o indivíduo aos processos da formação primário do ser (como o nome entrega penetração, ovulação, germinação, expulsão). Dessa forma, a pessoa entra em uma experiência imersiva nos processos do corpo e com o corpo. 

 

    Já o Firewall é também uma instalação interativa dos artistas Aaron Sherwood e com Michael Allison. É uma instalação interativa composta por uma folha de tecido elástico, que age como interface sensível, de modo que o dependendo da profundidade do toque varia os efeitos produzidos. Dessa forma, acelerando ou desacelerando, aumentando ou diminuindo a música, é possível estabelecer uma relação do expectador com a produção da música. 





Referências:
MoMA, 2000. Lygia Clark: The Abandonment of Art, 1948–1988. Disponível em: <https://www.moma.org/audio/playlist/181/2425>. Acesso em: 12 de jun.2022.

FLUTURE, Samanta. Instalação interativa Firewall: música e efeitos visuais com as mãos. B9, 2012. Disponível em: <https://www.b9.com.br/33611/instalacao-interativa-firewall-musica-e-efeitos-visuais-com-as-maos/>. Acesso em: 12 de jun. 2022.

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