Processo de projeto e produção da intervenção

     De modo a realizar a intervenção no MHNJB, alguns processos de projeto e produção foram realizados. Tais processos podem ser resumidos em três etapas principais:

Primeira Etapa: Criação e Entendimento do projeto

    Primeiramente, a escolha do local foi essencial para o desenrolar do projeto, uma vez que a partir de suas características e percepções as ideias foram desenvolvidas. Após a escolha do local do Anfiteatro, por meio da vivência, da experimentação corporal, das redes de implicação e entrevistas no local, a expansão e imersão no local foi amplificada. Assim, chegamos a um storyboard da intervenção, em que queríamos provocar as sensações de tranquilidade e imersão no Anfiteatro, por meio dos sons. 

Segunda Etapa: Construção dos elementos do projeto, com inserção de eletrônica

    Com o storyboard e a ideia um pouco mais concreta do que seria a intervenção, os preparativos para a sua realização foram começados. Os bancos que seriam botões de pressão foram os primeiros a serem construídos, com papelão, espuma, papel alumínio e tecido (para que a estrutura não repelisse as pessoas a sentarem nele). Após isso, os cabeamos e softwares foram desenvolvidos com a ajuda dos professores para que os botões acionassem caixinhas de sons naturais e canto gregoriano pela rede criada. 

Terceira Etapa: Montagem da intervenção no MHNJB

    Por fim, o dia da intervenção começou cedo para a preparação da instalação. Os botões foram colocados nos bancos e testados, o que garantiu o funcionamento a princípio. Entretanto, tivemos dificuldades para que a programação da eletrônica contribuísse para o funcionamento. As caixinhas foram posicionadas em lugares estratégicos para não serem vistas e sim, ouvidas. Além disso, colocamos panos nas entradas para provocar o sentimento de imersão, de modo que testamos diversos posicionamentos para evitar que provocasse o oposto e repelisse as pessoas. Portanto, conclui-se o dia da intervenção. 

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