Gincana Objeto Paramétrico

   Diante as palavras-chave disponibilizadas, minha pesquisa foi um tanto modesta. Eu parti do princípio da pesquisa das palavras e análises das imagens e fotografias disponibilizadas. Entretanto, durante a discussão na sala de aula, foi possível expandir nossos entendimentos a partir da troca de informações, como exemplo, eu não tinha entendido, até ser explicado na aula, a questão do software "Grasshopper". Dessa forma, a discussão foi essencial para a ampliação dos conceitos das palavras em questão. As palavras, que tornaram a ser todas ferramentas de parametrização, levantaram no meu grupo (Grupo 2) o debate da pauta da liberdade de criação e transformação durante o processo de criação. Logo, as formas são flexíveis, modificáveis ao longo do processo, não é necessário que se comesse tudo novamente, que anule o processo já feito, ele pode ser adaptado. Por fim, tal conjunto de ferramentas de parametrização aumenta as possibilidades de uso, de articulação do objeto, até mesmo a fuga do formalista. Entretanto, isso é um caminho possível, tais mecanismos paramétricos oferecem essa opção, mas não quer dizer que isso é sempre aplicado, as ferramentas inclusive são bastante empregadas de modo contrária a essa noção. Portanto, em prol da Gincana do Objeto Paramétrico, meu grupo (Grupo 2), composto por Ana Clara Chaves, Bruna Ludwig, Gabriela Adachi, Giulia Pinheiro, Hugo de Araújo, Isabella Peres, Rayane Gomes e Sayuri Shibayama, desenvolveu em sala o seguinte objeto:

    Dessa forma, o intuito do nosso objeto seria uma base retangular com peças que variassem, parametricamente, seja por tamanho, forma, encaixe e/ou grossura. Além disso, era fundamental na nossa concepção que o objeto criado gerasse ou pedisse uma interação entre o "espectador", que agora se torna o co-criador da obra, uma vez que a transformação, a mudança, a interpretação dele se expande de acordo com cada pessoa, cada manuseio. 

        





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