Visita ao Inhotim

    A galeria Miguel do Rio Branco foi escolhido, como indicação dos professores. Dessa forma, após nos situarmos e acostumarmos com os caminhos de Inhotim, chegar na galeria foi bastante tranquilo, visto que basta seguir um caminho único. Ao se aproximar da construção, foi possível perceber a galeria pela sua cor de minério, de ferrugem dentre as folhagens e vegetações. Entretanto, essa vegetação contribui também para esconder a construção no meio e torná-la quase integrada na paisagem. 

    A parte artística visitada consiste no andar, superior, de exposição fotográfica através de quadros, panos impressos e projeções  e no andar, inferior, com mais exposição de quadros. O andar superior possui uma entrada com uma claraboia, que intensifica a iluminação no local. Entretanto, ao entrar na exposição, toda iluminação natural é suspensa, tornando o ambiente bem escura, além de reforçar o contraste de luz e sombra. Tal iluminação escassa contribuiu para que as obras se destaquem por spots de luz e projeções, apesar que a escuridão provoca uma sensação de confusão para onde seguir e o que fazer. Além disso, a iluminação complementa o tom das obras expostas, contribuindo para uma sensação específica ao observar o que está sendo transmitido. Já o andar inferior é rodeado por janelas embaçadas, as quais deixam o ambiente bem claro. Dessa forma, é interessante observar como a iluminação influencia na sensação e tom das imagens, uma vez que são as mesmas exposta no outro andar, mas a mudança de tom é perceptível. Por fim, as exposições na galeria Miguel do Rio Branco mesclam interatividade com contemplação. Assim, há fotografias para apenas serem observadas, mas também, há interatividade na parte convidado a transitar entre os panos impressos para modificar a visão tanto de quem anda, quanto quem está de fora. 

Parte externa 

Parte interna



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